Dezanove cientistas a bordo do navio de investigação italiano "Urania" levantaram ferro do cais de Faro, Algarve, para colocar no fundo do mar a primeira estação-piloto de alertas precoce de tsunamis (onda gigante).
Durante o fim-de-semana, conforme as condições meteorológicas, a equipa de cientistas pretendia instalar no fundo marinho, a cerca de 80 milhas (150 quilómetros) da ponta de Sagres e perto do Golfo de Cádis, um observatório baptizado "Geostar" para medir os níveis sísmicos da área e estudar um eventual tsunami.
O "Geostar" está equipado com sismógrafos e sensores capazes de efectuar levantamentos geológicos e geofísicos e prevenir eventuais tsunamis a partir do fundo do mar.
A implementação no fundo marítimo de um protótipo que detecta tsunamis é a primeira resposta que surge para Portugal, mas também para toda a zona do Atlântico e Mediterrâneo, zonas onde não existia nenhum sistema de alerta global. Os trabalhos que decorrem ao largo da costa algarvia constituem "uma das maiores experiências deste género feitas em todo o Mundo", explicou Paolo Favali, cientista do Instituto Nacional de Geofísica e Vulcanologia de Roma, Itália, que integra o projecto financiado pela União Europeia.
Mais: AQUI (Jornal de Notícias/Agência Lusa)
Durante o fim-de-semana, conforme as condições meteorológicas, a equipa de cientistas pretendia instalar no fundo marinho, a cerca de 80 milhas (150 quilómetros) da ponta de Sagres e perto do Golfo de Cádis, um observatório baptizado "Geostar" para medir os níveis sísmicos da área e estudar um eventual tsunami.
O "Geostar" está equipado com sismógrafos e sensores capazes de efectuar levantamentos geológicos e geofísicos e prevenir eventuais tsunamis a partir do fundo do mar.
A implementação no fundo marítimo de um protótipo que detecta tsunamis é a primeira resposta que surge para Portugal, mas também para toda a zona do Atlântico e Mediterrâneo, zonas onde não existia nenhum sistema de alerta global. Os trabalhos que decorrem ao largo da costa algarvia constituem "uma das maiores experiências deste género feitas em todo o Mundo", explicou Paolo Favali, cientista do Instituto Nacional de Geofísica e Vulcanologia de Roma, Itália, que integra o projecto financiado pela União Europeia.
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